League of Legends

Novidade irá agradar aos jogadores de D&D e outros RPGs de mesa

Todo jogador de RPG de mesa sabe que as matrizes de combate foram uma das melhores coisas que inventaram para jogar. Os combates ficaram muito mais táticos, fáceis de descrever e manusear, além de questões como terreno, movimento e espaço ocupado pelas criaturas terem ficado mais fáceis de entender. Mas as matrizes trazem dois problemas muito sérios: uma falta de representação gráfica do cenário  e a necessidade de se comprar pequenas estátuas que simbolizam os personagens, criaturas e NPCs.

Existem alguns suplementos de aventuras prontas que trazem matrizes de combate com o desenho do cenário, indicando os problemas de movimento e outros detalhes, como rios, árvores ou grama. Mas a matriz de combate básica é um papel em branco. Para acabar com problemas desse tipo, surgiram algumas propostas, usando mesas digitais, como o Surface da Microsoft. Porém, essas soluções sempre apareceram em âmbito acadêmico ou experimental, e nada comercial tinha sido indicado; até agora.

O ePawn é uma aplicação de “arenas virtuais”, que serve exatamente à esse propósito. Ele usa uma superfície de toque grande, conectada à um aparelho mobile qualquer (iOS no exemplo) reproduzindo o local da batalha. Em cima dessa superfície, os jogadores podem colocar pequenas estátuas, algumas com funcionalidades adicionais, como opções de ataque ou poderes (a animação destes é reproduzida na tela onde o cenário está sendo exibido). Ainda não há como ter certeza sobre quais tipos de estatuetas poderão ser usadas nesta superfície, mas presumo que sejam próprias, ou que usem alguma tecnologia de contato (como NFC), e que possam ser manufaturadas também.

Essa tecnologia não elimina o problema das estatuetas (apesar de tornar este “problema” bem mais interessante), mas pode agilizar bastante o processo do jogo. Somado a esta tela de toque grande (de  26”), há também uma superfície sem tela, que interage com jogos de tabuleiro comuns, como damas ou xadrez, que pode ser ligado à uma TV para exibir o jogo em outra perspectiva. Além disso, nos vídeos, é possível ver uma interação com outras tecnologias, como 3G ou Wi-Fi: as possibilidades são enormes.

Game designer, designer gráfico, pesquisador em semiótica. Adora video games, tanto antigos quanto novos, e cresceu jogando e estudando estes games.
Devido à influência da comunidade japonesa local, aprendeu a gostar de mangás e animes, e a não achar a língua japonesa alienígena (ter estudado o idioma talvez tenha ajudado).
Não consegue trabalhar sem uma trilha sonora pra acompanhar.

You can leave a response, or trackback from your own site.
Subscribe to RSS Feed Siga o TheMentes no Twitter!
Leia o post anterior:
Rurouni Kenshin live action: será Hype, ou presta mesmo?

Bom, depois de assistir Gantz, devo admitir que a qualidade dos filmes japoneses subiu um bocado. Mas Gantz é muito...

Fechar